Os manifestantes alertaram que a contínua invasão ameaça o único parque de vida selvagem do país, localizado na capital.
Os manifestantes acusaram as autoridades de reduzir o habitat crítico da vida selvagem e de limitar a participação pública nas decisões que afetam a área protegida. Alguns manifestantes também condenaram a polícia por interromper o que descreveram como uma manifestação pacífica.
“É uma vergonha que nos impeçam de realizar um protesto pacífico”, disse a ativista Njeri Mwangi. “Temos o direito constitucional de protestar e defender nossos direitos civis”, acrescentou, descrevendo o projeto como uma violação tanto dos direitos ambientais quanto dos direitos humanos.
Os manifestantes pediram a preservação do parque para as gerações futuras, afirmando que a área protegida é uma parte fundamental do patrimônio natural do Quênia.
