Essa seria a primeira das duas parcelas restantes de um pacote de assistência macrofinanceira de US$ 5,7 bilhões.
O ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty, disse que o Cairo espera que o último pagamento seja transferido até o início do outono.
O pacote de assistência tornou-se um pilar da estratégia europeia para estabilizar uma das maiores economias da África.
Bruxelas considera cada vez mais o Egito um parceiro estratégico, tendo em conta o seu papel na gestão das rotas migratórias, a sua influência nos conflitos regionais e as perturbações no Mar Vermelho.
O financiamento da UE surge num momento em que o Cairo continua a implementar reformas económicas no âmbito de um programa apoiado pelo FMI.
O objetivo é restaurar a estabilidade macroeconômica após anos de crescente dívida externa, alta inflação e escassez de moeda estrangeira.
