Palmeiras vence o Vasco por 1-0, mas deixa escapar vantagem maior na Taça do Brasil

O Palmeiras bateu o Vasco por 1-0 na primeira mão da meia-final da Taça do Brasil e joga pelo empate no domingo, em São Januário. A equipa criou muito, mas foi pouco eficaz.
Palmeiras vence o Vasco por 1-0, mas deixa escapar vantagem maior na Taça do Brasil

O Palmeiras venceu o Vasco por 1-0, no domingo, no Nubank Parque, na primeira mão da meia-final da Taça do Brasil 2026. Apesar do triunfo, ficou a sensação de que a equipa de Abel Ferreira podia ter construído uma vantagem mais folgada.

Na segunda mão, no próximo domingo, em São Januário, o Palmeiras avança para a final se empatar. Poder contar com dois resultados possíveis, vitória ou empate, é uma situação favorável numa eliminatória, mas a análise do ge sublinha que o Verdão criou condições para um resultado mais largo.

Início dominador e pouca eficácia

O Palmeiras entrou muito bem no jogo, com construção desde a defesa e bola no chão. Flaco López, Mauricio e Arias ocupavam os espaços por dentro, Giay e Piquerez davam amplitude, e Lucas Evangelista e Marlon Freitas distribuíam o jogo. Mauricio, titular no lugar de Andreas Pereira, foi o jogador que empurrou a defesa do Vasco para trás.

Flaco López desperdiçou uma oportunidade cara a cara logo nos primeiros minutos, e Giay também falhou com a baliza aberta. O golo de Mauricio, aos 24 minutos, acabou por traduzir em vantagem o domínio da equipa.

Recuo de linhas e jogo mais aberto

Depois de marcar, o Palmeiras alterou a postura: baixou as linhas e procurou explorar as costas da defesa do Vasco. Segundo a análise, isso reduziu o volume de jogo e recriou um cenário já vivido pelos adeptos em eliminatórias recentes, o de um jogo controlado, mas em aberto até ao fim.

Abel Ferreira tentou aproveitar a hipótese de uma vitória mais larga e fez substituições ofensivas. Vitor Roque entrou para o lugar de Mauricio, e Arthur rendeu Barboza, com Piquerez a recuar para central. Aos 32 minutos da segunda parte, o Vasco ficou reduzido a dez com a expulsão de Saldivia. O Palmeiras foi então para o tudo ou nada: Belé entrou para a esquerda no meio-campo, no lugar de Giay, e Arias passou a ala direito.

Números que não contam toda a história

O Palmeiras teve 58% de posse de bola e 17 remates, mas apenas três à baliza. Esses números, nota o ge, não reflectem o volume de jogo apresentado, e mesmo com um jogador a mais durante cerca de 20 minutos a equipa não teve a lucidez dos primeiros 25 minutos.

A reacção tímida dos adeptos ao apito final, segundo o mesmo texto, reflectiu uma vitória bem-vinda, mas que podia ter sido melhor. Marlon Freitas pediu que se valorize o resultado.

O Palmeiras tem ainda presente a Taça Libertadores, em que, nos quartos-de-final e na meia-final, venceu a primeira mão por margem mínima e precisou de desempatar nas grandes penalidades na segunda. Os adeptos esperam não ter de passar por tanta emoção outra vez.

Com informação de ge — Globo Esporte.

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